Britney Spears surpreendeu os fãs ao disponibilizar “She’ll Never Be Me”, uma música inédita gravada originalmente em 2001 e coescrita com seu ex-namorado Justin Timberlake. A faixa chegou às plataformas digitais na última sexta-feira (9) e faz parte das comemorações pelos 25 anos do álbum Britney, terceiro disco de estúdio da cantora.
A canção permaneceu guardada por anos e agora ganha seu primeiro lançamento oficial como parte da edição comemorativa do álbum, prevista para 6 de novembro. A reedição contará com cinco faixas que ainda não haviam sido lançadas oficialmente, ampliando o repertório de um dos trabalhos importantes da carreira da artista.
Em “She’ll Never Be Me”, Britney canta sobre um relacionamento encerrado e uma pessoa que segue em frente com alguém que se parece com a antiga parceira. A letra traz uma mensagem de autoconfiança e destaca a ideia de que ninguém pode ocupar o lugar da cantora. O lançamento também chama atenção pela participação de Timberlake na composição, já que os dois viviam um relacionamento na época em que a música foi criada.
Britney e Justin começaram a namorar no fim dos anos 1990, depois de se conhecerem ainda crianças no programa The Mickey Mouse Club. O relacionamento terminou em 2002 e ganhou grande repercussão na imprensa. Antes da nova faixa, Timberlake já havia colaborado com Britney em “What It’s Like to Be Me”, música que encerra a versão original do álbum Britney, lançado em novembro de 2001.
A edição de aniversário também incluirá outras músicas inéditas, como “Am I a Sinner”, “When I Say So” e “My Big Secret”, além de uma gravação de estúdio de “Right Now (Taste The Victory)”, faixa ligada à campanha publicitária da Pepsi de 2002. A expectativa é que o relançamento apresente aos fãs materiais que ficaram fora da edição original do disco.
“She’ll Never Be Me” marca o primeiro lançamento musical de Britney com material original desde “Mind Your Business”, parceria com will.i.am divulgada em 2023. A chegada da faixa também reacende o interesse pela fase de 2001, período em que a cantora explorava uma sonoridade mais madura e consolidava sua posição entre os principais nomes do pop mundial.





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